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| Fonte: Internet |
sábado, 10 de junho de 2017
O julgamento do TSE expõe algumas das vísceras da república
domingo, 28 de maio de 2017
Idiota é quem não participa da política
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Temer só se sustenta pela violência
Agora é oficial. O golpista que:
(a) não tem nenhum apoio popular;
(b) que perdeu o apoio da globo golpista;
(c) que assiste sua base de malfeitores pragmáticos derretendo no congresso;
(d) que começa a perder apoio da justiça da casa grande;
(e) que sabe que sua única tábua de salvação é viabilizando as malfadadas reformas para agradar os donos do mundo (bancos, conglomerados financeiros e empresariais), convocou as Forças Armadas para tentar mais uns suspiros...
Ele sabe que só lhe resta usar a violência para continuar no poder.
O uso desse expediente filhote da ditadura, chamado "garantia da lei e da ordem" (GLO), só é permitido em casos excepcionalíssimos, como prevê a CF e legislação de 2013.
O que ocorreu em Brasília não pode ser enquadrado dentro desse tipo de excepcionalidade, pois a PM do DF tinha todas as condições operacionais para agir dentro da lei, garantindo direitos e inibindo eventuais excessos.
Lembremos que em 2013 as manifestações em Brasília foram muito mais tensas e intensas, sem utilização desse pretexto autoritário.
Logo, o ato de Temer é, além de desespero, ilegal, arbitrário e inconstitucional.
A ação das Forças Armadas como instrumento de suporte ao presidente morto-vivo, um verdadeiro zumbi político, agrava sobremaneira o quadro político-institucional e nos lança num precipício.
Se até agora tínhamos situações que poderiam levar a quebra da ordem institucional, com esse tipo de medida ficamos reféns de (possíveis) criminosos no poder, que usam do aparato de Estado para se imporem pelas vias da violência institucional.
Isso é inadmissível e derruba o último pilar do Estado de Direito cambaleante desde o golpe fajuto arquitetado pelos setores atrasados, antidemocráticos e antinacionais, à serviço do rentismo internacional.
Ademais, usar a GLO por uma semana, enquanto o Congresso vota as reformas que acabam com direitos, é impor violência institucional para garantir à fórceps a usurpação legislativa (porque sem nenhum respaldo popular) e a viabilidade de um governo ilegítimo. Escárnio!
Se ainda há um pingo de hombridade e de defesa da Constituição no STF espera-se uma ação enérgica da Corte antes que a barbárie tome conta do país...
sábado, 20 de maio de 2017
Para entender o atual momento político nacional: os donos do mundo, os golpes e o que podemos fazer
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quarta-feira, 17 de maio de 2017
Será que Temer pensa que a Igreja Católica é como um partido de aluguel da sua base política?
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| Foto: Beto Barata/PR |
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| Foto: Beto Barata/PR |
domingo, 30 de abril de 2017
Uma breve análise sobre a violenta ação de PMs nas manifestações
As tropas militares foram às ruas para manter a "lei e a ordem" dos ricos; ou seja, silenciar, humilhar e violentar o povo, como historicamente agem as forças policiais neste país.
Será que foram fazer o trabalho sujo? Quer dizer, machucar, massacrar e, se preciso, matar cidadãos que foram às ruas protestarem contra o governo mais corrupto e usurpador de direitos da história deste país.
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| Ação da PM do Rio. Foto: Internet |
A violência da PM no Rio foi absurda, ilegítima e desproporcional, relatam os participantes da manifestação. Não obstante alguns manifestantes provocarem tumulto, a ação da polícia foi visivelmente reativa e repressiva como se estivessem num campo de guerra.
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| Fonte: Montagem G1/TV Anhanguera |
Em Goiânia, a fúria desmedida e brutal do policial contra um estudante de ciências sociais da UFG mostrou para todo o mundo que não há pudor de muitos policiais brasileiros nem mesmo na tortura em público. Na montagem fotográfica percebe-se que a violência foi tanta e tão desmedida, que o cassete do policial quebra ao atingir o estudante. O estado de Mateus Ferreira é grave.
E muitos acreditam que tortura era coisa exclusiva da ditadura civil-militar implantada em 1964.
Em São Paulo, o Texas brasileiro, respira-se há muito tempo um clima de fascismo; lá, flerta-se com o estado de sítio. A violência policial é denunciada constantemente por movimentos sociais e lideranças da periferia das grandes cidades do estado. Relatórios divulgados em 2015 e 2016 por ONG's confirmam aumento da violência e letalidade policial.
sábado, 29 de abril de 2017
Sobre a greve geral e suas repercussões
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| Fonte: Revista Fórum |
E fica cada vez mais claro que uma reforma do sistema de comunicação social, com controle social da mídia, é elemento fundamental para a restauração da democracia em nosso país.
sábado, 22 de abril de 2017
Greve geral poderá ser o começo do fim
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| Fonte: Bem Blogado |
Todos devem se lembrar dos protestos ocorridos em 2013. Capitaneados pela direita e pela mídia, especialmente a TV globo, as imensas manifestações populares se constituíram no início do processo golpista. Na ocasião se forjou toda uma narrativa para justificar a trama com vistas a deslegitimar o governo e o Partido dos Trabalhadores e para se iniciar o enredo que culminou num golpe sem canhões. Uma ruptura democrática que levou ao poder um governo sem votos e cujo programa é exatamente o oposto daquele que venceu nas eleições de 2014.








